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A recente regulamentação da reforma tributária no Brasil promete trazer mudanças significativas para diversos setores, com impactos notáveis no setor supermercadista. Este setor, crucial para a economia, enfrenta agora um cenário de ajustes e adaptações. O objetivo deste artigo é explorar como a nova legislação afetará a tributação de produtos essenciais, impactando tanto o mercado quanto o bolso dos consumidores.
Com a introdução do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), composto pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a reforma tributária busca simplificar o sistema tributário brasileiro. Um dos focos é a cesta básica nacional, que agora será beneficiada com alíquotas zeradas ou significativamente reduzidas para diversos itens.
Anteriormente, a cesta básica era tributada em cerca de 8%, mas com a nova regulamentação, essa taxa é reduzida a zero. Por exemplo, a tributação sobre carnes, que era em média de 11,3%, com a reforma, espera-se que seja reduzida para 8,5% para a população mais pobre, graças à cesta estendida e ao retorno em forma de cashback.
A alíquota média do IVA será de 26,5%, influenciando toda a cadeia supermercadista. Este aumento pode alterar a estrutura de custos e preços ao consumidor final. Paralelamente, o novo “Imposto Seletivo”, ou “Imposto do Pecado”, incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde, como bebidas alcoólicas e cigarros, podendo assim aumentar os preços desses produtos nas prateleiras.
Organizações como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) estão ativamente participando das discussões, buscando garantir que as novas medidas não resultem em um aumento exorbitante da carga tributária que possa repelir consumidores.
Em resposta às preocupações do setor, a Abras propôs uma revisão da lista de produtos essenciais, enfatizando a inclusão de proteínas de origem animal. Esta proposta visa assegurar que alimentos fundamentais, como carnes e laticínios, estejam acessíveis a preços razoáveis, promovendo uma alimentação saudável e acessível para todos os brasileiros.
As mudanças propostas pela reforma tributária são ambiciosas e visam modernizar o sistema tributário brasileiro. Para o setor supermercadista, estas mudanças trazem tanto desafios quanto oportunidades. É essencial que as empresas deste setor se mantenham informadas e preparadas para adaptar suas operações e estratégias de precificação. A longo prazo, espera-se que a reforma contribua para uma economia mais estável e um mercado mais justo para os consumidores brasileiros.
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